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O que são os Prototaxites? Veja o que sabemos sobre misterioso “fungo gigante”

Os Prototaxites são um dos maiores enigmas da paleontologia. Descobertos pela primeira vez no século XIX, essas estruturas fósseis cilíndricas e gigantescas intrigam cientistas há mais de 150 anos.

Durante muito tempo, pensou-se que fossem troncos de árvores extintas, mas estudos mais recentes levantaram a hipótese de que esses organismos poderiam, na verdade, ser fungos colossais que dominaram a paisagem terrestre há cerca de 400 milhões de anos. Essa teoria os transformou em um dos maiores “superfungos” que já existiram, uma ideia que ainda gera debates entre especialistas.

O principal motivo de tanta incerteza é a estrutura incomum dos fósseis. A composição interna dos Prototaxites não se assemelha a nada encontrado atualmente, o que dificulta sua classificação definitiva.

Fóssil de Prototaxites loganii encontrado perto de Monroe, Nova York (Imagem: G. J. Retallack / Wikimedia Commons)

Além disso, eles surgiram durante um período em que as plantas terrestres ainda estavam se desenvolvendo, o que levanta questões sobre seu papel no ecossistema primitivo.

Seriam eles decompositores essenciais para o ciclo da vida naquela época? Ou teriam um papel mais complexo na teia alimentar do Devoniano? Essas dúvidas fazem com que o estudo dos Prototaxites seja crucial para compreendermos melhor a evolução dos ecossistemas terrestres.

Prototaxites: o que é e qual seu papel com a natureza?

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A estrutura medular e os tipos de tubo do Prototaxites taiti são morfologicamente distintos de qualquer grupo fúngico conhecido, vivo ou extinto, o que questiona sua classificação como fungo. (Imagem: Reprodução de artigo / bioRxiv)

Os primeiros fósseis de Prototaxites foram descobertos no século XIX na América do Norte e datam do período Devoniano, há cerca de 420 a 370 milhões de anos. Essas estruturas podiam atingir até 8 metros de altura e 1 metro de diâmetro, tornando-se os maiores organismos terrestres de sua época.

A princípio, acreditava-se que eram troncos fossilizados de coníferas primitivas, mas estudos microscópicos revelaram uma estrutura porosa e filamentosa que se assemelha mais a fungos do que a vegetais.

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Existem diversas hipóteses sobre a real identidade dos Prototaxites. A teoria mais aceita atualmente é a de que eram fungos gigantes, possivelmente saprófitas, ou seja, organismos que se alimentavam da decomposição de matéria orgânica.

Essa hipótese é sustentada por análises químicas de isótopos de carbono, que indicam uma dieta baseada na decomposição, algo mais comum em fungos do que em plantas. Outras teorias, no entanto, sugerem que poderiam ser líquens gigantes ou até mesmo uma forma desconhecida de organismo multicelular extinto.

Independentemente da sua verdadeira natureza, os Prototaxites desempenharam um papel crucial no ambiente do Devoniano.

Naquela época, as plantas terrestres ainda eram pequenas e os ecossistemas estavam em formação. Como organismos dominantes, os Prototaxites provavelmente contribuíam para o ciclo de nutrientes, ajudando a decompor matéria orgânica e reciclar carbono no solo. Isso significa que, se eram fungos, poderiam ter sido fundamentais para a preparação do solo para a futura expansão das plantas.

Por que o estudo dos Prototaxites é tão importante?

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Fragmentos de Prototaxites taiti encontrados no Rhynie Chert, incluindo manchas medulares, região periférica e detalhes estruturais. As imagens mostram seções delgadas analisadas no estudo, destacando os tubos característicos e um exemplar excepcionalmente preservado. (Imagem: Reprodução de artigo / bioRxiv)

O estudo dos Prototaxites é essencial porque pode fornecer pistas valiosas sobre como os ecossistemas terrestres primitivos se formaram e evoluíram. Se realmente forem fungos, isso sugere que os fungos desempenharam um papel muito mais significativo no desenvolvimento dos primeiros solos férteis do que se pensava anteriormente.

Além disso, entender como esses organismos sobreviveram em um ambiente tão diferente do atual pode nos ajudar a compreender melhor a evolução da vida terrestre.

Outro fator que tornou os Prototaxites um tema relevante recentemente foi o crescente interesse da mídia em organismos extintos e sua relação com as mudanças ambientais.

Descobertas de fósseis recentes e novas análises laboratoriais trouxeram à tona a possibilidade de que os Prototaxites tenham desempenhado um papel chave na estabilidade climática do Devoniano, influenciando o ciclo do carbono global.

Uma pintura de como os prototaxitas podem ter se parecido, 400 milhões de anos atrás
Pintura de como os prototaxitas podem ter se parecido, 400 milhões de anos atrás. (Crédito da imagem: Pintura de Mary Parrish, Museu Nacional de História Natural)

Por fim, estudar os Prototaxites também pode fornecer insights sobre a biotecnologia e a ecologia moderna. Fungos gigantes poderiam ser usados como modelo para entender melhor a decomposição de matéria orgânica em larga escala e até mesmo para explorar novas formas de biorremediação, ou seja, a utilização de organismos para restaurar ecossistemas danificados.

Os Prototaxites permanecem um dos maiores mistérios da paleontologia, desafiando cientistas a compreenderem sua real identidade e função na Terra primitiva. Se eram fungos gigantes, plantas exóticas ou outra forma de vida extinta, ainda não há consenso, mas suas impressionantes dimensões e possível influência no ciclo ecológico do Devoniano fazem deles um objeto de estudo fascinante.

Conforme novas tecnologias e métodos de análise forem sendo aplicados, talvez finalmente possamos descobrir o que eram esses colossos do passado e qual foi seu verdadeiro papel na história da vida na Terra.

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O futuro dos animes com as IAs, segundo o filho do criador do Studio Ghibli

Em meio ao dilema ético envolvendo gerar imagens de IA do Studio Ghibli, o criador da produtora de filmes, Hayao Miyazaki, já demonstrou ter uma opinião bem forte sobre tal tecnologia. O posicionamento de seu filho, contudo, aparenta ser mais contido.

Goro Miyazaki, filho de Hayao Miyazaki, afirmou para a AFP que a IA poderia substituir os animadores em até dois anos, embora duvide que o público aceite uma animação totalmente gerada por IA. Apesar disso, ele reconhece o potencial da IA para revelar novos talentos.

A OpenAI, criadora do ChatGPT, recentemente lançou um gerador de imagens que pode imitar estilos de estúdios de animação amplos, mas não de artistas individuais vivos, devido a preocupações com violação de direitos autorais.

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Hayao Miyazaki, fundador do Studio Ghibli, é totalmente averso ao uso de IA generativa em trabalhos artísticos – Imagem: Denis Makarenko / Shutterstock

Era do digital estaria gerando crise no mercado de animadores

  • Goro também discutiu as dificuldades do setor de animação no Japão, incluindo a escassez de animadores qualificados e o desinteresse da geração mais jovem pelo trabalho manual, dado o acesso fácil a conteúdos digitais.
  • “Hoje em dia, o mundo está cheio de oportunidades para assistir a qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar, dificultando imaginar ganhar a vida com o ato físico de desenhar”, disse ele.
  • Em meio a trend das imagens do Studio Ghibli, um vídeo de 2016 de seu pai ressurgiu, onde ele mostrava seu desdém pela tecnologia.

O filho de Miyazaki ainda refletiu sobre a profundidade emocional dos filmes de seu pai e de Isao Takahata, que, mesmo sendo considerados filmes infantis, abordam temas complexos como a perda e a morte, algo difícil de ser reproduzido por gerações mais jovens.

Goro, que também é diretor e supervisou o desenvolvimento do Museu e do Parque Ghibli, destacou o impacto emocional e criativo da animação manual e da abordagem filosófica de seu pai e Takahata, algo que, segundo ele, seria difícil de replicar pelas gerações mais jovens, que não viveram a mesma experiência histórica e cultural.

O prestigiado Studio Ghibli virou o alvo de uma trend que consiste em gerar imagens de IA copiando seu estilo de animação – Imagem: Studio Ghibli/Reprodução

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O que é a cólica menstrual e por que ela ocorre?

O ciclo menstrual costuma ser uma caixa de surpresas na vida de todas as pessoas que possuem útero. Primeiro, não se sabe ao certo quando irá acontecer a primeira menstruação, porque esse processo varia muito de pessoa para pessoa. Depois, só é possível saber se esse período vai ser marcado por outras características importantes, como a TPM e as cólicas menstruais, depois que o ciclo já se iniciou.

Então, a espera por esse acontecimento pode gerar ansiedade e preocupação. Felizmente, hoje em dia já encontramos diversas formas de amenizar e até mesmo eliminar essas consequências inconvenientes de se ter um ciclo menstrual, seja com tratamentos e medicações, e até mesmo atividades físicas e intervenções cirúrgicas, dependendo da orientação médica.

Entretanto, você já se perguntou o que é a cólica menstrual, e por que ela acontece? Saiba tudo na matéria abaixo.

Também conhecida como dismenorreia, a cólica menstrual é uma dor que ocorre no baixo ventre durante o período de menstruação. (Imagem: Kmpzzz/Shutterstock)

Menstruação: o que é a cólica menstrual e por que ela ocorre?

Antes de mais nada, é importante pontuar um fato: apesar de ser comum associarmos a menstruação e as cólicas às mulheres cis, não podemos esquecer que diversos homens trans possuem útero e menstruam, também podendo sofrer com essas dores, bem como pessoas não-binárias, e outras identidades de gênero. Portanto, o mais recomendado é se referir a esse grupo como “pessoas”, e não apenas mulheres.

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Também conhecida como dismenorreia, a cólica menstrual é uma dor que ocorre no baixo ventre durante o período de menstruação, afetando de 70% a 90% das pessoas jovens, de acordo com dados do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG).

Ela é causada pela contração feita pelo útero durante o processo para eliminar o sangue e o tecido interno do útero, o endométrio, durante a menstruação. Em alguns casos, as dores podem começar alguns dias antes do fluxo aparecer, e permanecer por alguns dias após o término da menstruação.

De acordo com o que aprendemos nas aulas de biologia e com a informação de especialistas, sabemos que, todo mês, o sistema reprodutor feminino se prepara para uma gestação. Com isso, o útero forma uma camada interna que é feita para receber o embrião, chamada de endométrio.

Entretanto, quando a gravidez não acontece, é dado início ao processo de eliminação dessa camada, além da regeneração do útero para um novo ciclo.

Então, como forma do útero conseguir expelir esse material, acontecem diversos eventos que envolvem a contração da musculatura uterina, um processo inflamatório de regeneração do endométrio e a liberação de prostaglandinas, substâncias que causam a dor.

ilustração sobre como acontece as cólicas
A dismenorreia é causada pela contração feita pelo útero durante o processo para eliminar o sangue e o tecido interno do útero, o endométrio, durante a menstruação. (Imagem: brgfx/Freepik)

Ainda que as cólicas sejam provocadas pela contração da musculatura do útero, além da liberação das substâncias que causam dor, existem alguns casos que pessoas sem útero podem senti-las. Quem passa por uma histerectomia, por exemplo, que é um procedimento cirúrgico para remover o útero, pode sentir cólicas parecidas com as menstruais, e isso pode ser preocupante.

De acordo com a ginecologista Manu Lakshmi existem diferentes tipos de histerectomia, sendo que algumas removem todo o útero, incluindo o colo, e outras deixam os ovários intactos, o que não interfere no ciclo menstrual.

Ainda que não haja mais sangramento, pode continuar existindo a produção contínua de hormônios, causando sintomas semelhantes aos da menstruação. Essas alterações hormonais também podem causar outros sintomas semelhantes aos da TPM, incluindo inchaços e alterações de humor.

Além disso, podem acontecer dores semelhantes às cólicas menstruais, causadas pela recuperação da cirurgia, e a formação do tecido cicatricial na área pélvica após o procedimento.

Por que a cólica no período menstrual dói tanto?

A cólica menstrual assombra a vida de muitas pessoas, uma vez que pode afetar o organismo de forma muito incômoda, em forma de dor intensa. Em entrevista ao site Quartz, o professor de saúde reprodutiva John Guillebaud, da University College London, disse que a sensação pode ser tão severa a ponto de ser comparada com um ataque do coração.

A dor das cólicas pode ser descrita como aguda, penetrante, em pontada ou latejante e intermitente, que pode fazer a pessoa se contorcer, ou até mesmo uma dor persistente que se espalha pela barriga e região lombar. Algumas pessoas podem até mesmo sentir tonturas, náuseas, diarreia ou vômito.

ilustração demonstrando como é a sensação de dor da cólica
A dor das cólicas pode ser descrita como aguda, penetrante, em pontada ou latejante e intermitente, que pode fazer a pessoa se contorcer, ou até mesmo uma dor persistente que se espalha pela barriga e região lombar. (Imagem: Cadimium_Red/Shutterstock)

Como dito acima, a dismenorreia é causada pelas contrações uterinas que eliminam o endométrio, e são provocadas pelo aumento na produção de prostaglandinas, uma substância química que também está relacionada com a inflamação e formação de coágulos. E

ssas substâncias causam dor porque podem ocasionar fortes contrações, que reduzem o fluxo sanguíneo e o oxigênio para o útero, aumentando a dor. Essas dores só passam de fato quando os vasos voltam para seu diâmetro normal, ou seja, quando os níveis do estrogênio voltam a subir.

Com essas informações, pode-se pensar que é normal sentir dor. Apesar disso não ser verdade na maior parte das situações, quando se trata da dismenorreia, é possível classificar a dor em dois tipos: a primária e a secundária.

  • Dismenorreia primária: a cólica acontece desde os primeiros ciclos menstruais ainda na adolescência, mas sem estar associada a uma doença ginecológica. É comum que ela diminua com o tempo, principalmente depois da primeira gestação. Além disso, pode ser controlada com ações simples, como o uso de analgésicos e anti-inflamatórios;
  • Dismenorreia secundária: há uma mudança nas características da dor que, em vez de melhorar, acaba piorando com o tempo. Com isso, ela pode se tornar muito intensa, durar por mais dias e não ser resolvida com o uso de medicamentos. Essas cólicas também podem ou não estar associadas a outros sintomas, como dores nas costas, dores de cabeça, náuseas e alterações intestinais ou urinárias.

Esse tipo de cólica menstrual é preocupante, e não é vista como algo normal, já que pode influenciar na qualidade de vida da mulher, interferindo em sua rotina e provocando idas a hospitais para medicações, e até mesmo internações.

De acordo com Fabia Vilarino, ginecologista especialista em reprodução humana e cirurgia ginecológica endoscópica, “nesses casos, é preciso fazer uma investigação e acompanhamento rigorosos, uma vez que essas queixas costumam estar associadas a doenças como miomas, adenomiose e endometriose”.

Mulher com dor na barriga
Casos mais extremos de cólicas precisam ser investigados, pois podem ser sintomas de algumas condições como miomas, adenomiose e endometriose. (Imagem: Jacob Wackerhausen / iStock)
Obrigatoriamente, toda mulher tem cólica?

Não! Nem todas as mulheres sentem cólica menstrual, e a frequência e intensidade não só de variam de pessoa para pessoa, como também pode mudar ao longo da vida de uma única mulher. Ou seja, quem já sofreu de cólicas em um período da vida, pode passar a não ter mais, e vice-versa.

Quanto tempo duram as cólicas menstruais?

Assim como os outros fatores, esse também varia de acordo com o organismo da mulher. Não há um tempo exato, contudo, a média de duração é entre 8 e 72 horas. A dor costuma ser mais intensa nas primeiras 24h após o início da menstruação, e diminuir após 2 a 3 dias.

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Jogos imersivos: 8 opções de games com gráficos realistas para você incorporar o personagem

Os avanços tecnológicos possibilitaram a criação de jogos com gráficos incrivelmente realistas, capazes de transportar os jogadores para mundos virtuais imersivos.

Entre os diversos títulos que se destacam, alguns proporcionam uma experiência cinematográfica impressionante graças ao visual ultrarrealista.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 8 jogos que oferecem imersão total por meio de seus gráficos de ponta. Confira!

Viva no Velho Oeste: Red Dead Redemption 2 

Red Dead Redemption 2 / Crédito: Rockstar (divulgação)
  • Disponível em: PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Este jogo de faroeste da Rockstar Games é um marco em termos de ambientação e realismo. 

A riqueza de detalhes do mundo aberto, como as mudanças climáticas dinâmicas são um show. Além disso, a expressividade dos personagens e a interação com o ambiente torna a experiência totalmente imersiva. 

A história acompanha Arthur Morgan, um fora-da-lei que precisa equilibrar lealdade e sobrevivência no Velho Oeste americano.

Como seria um apocalipse: The Last of Us Part I & Part II 

The Last of Us 2 / Crédito: Naughty Dog (divulgação)
  • “The Last of Us Part I”: disponível para PlayStation 5 e PC.
  • “The Last of Us Part II”: disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e PC.

Os dois jogos produzidos pela Naughty Dog proporcionam uma imersão total por meio de sua narrativa tensa e gráficos realistas, que juntos criam uma atmosfera apocalíptica envolvente.

A trama acompanha a trajetória de Joel e Ellie nos Estados Unidos devastados, onde um fungo transformou grande parte da população em canibais agressivos.

Veja um futuro distópico: Cyberpunk 2077 

Cyberpunk 2077 
Imagem: CD Projekt / Divulgação
  • Disponível em: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

Com gráficos e cenários impressionantes, que receberam elogios da crítica, “Cyberpunk 2077” é um ARPG ambientado em um universo distópico.

O jogo de mundo aberto se passa na fictícia metrópole de Night City, na Califórnia, uma cidade futurista e decadente.

O jogador assume o papel de V, um mercenário que recebe um “bio-chip” cibernético contendo a consciência de Johnny Silverhand, um rockstar e terrorista lendário.

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A guerra em primeira pessoa: Call of Duty: Modern Warfare III (2023)

Call od Dutty: Modern Warfare 3 / Crédito: Activion (divulgação)
  • Disponível em: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

O terceiro jogo da série reboot “Modern Warfare” da franquia Call of Duty é ideal para quem busca um jogo de tiro em primeira pessoa com imersão realista.

O jogo apresenta um cenário moderno e realista, seguindo a linha de seus predecessores.

A trama acompanha uma unidade de operações especiais que tenta capturar um ultranacionalista e terrorista russo, responsável por planejar desencadear uma Terceira Guerra Mundial.

Seja um explorador do espaço: Starfield (2023)

Starfield / Crédito: Bethesda (divulgação)
  • Disponível em: PC e Xbox Series X/S.

O ARPG espacial da Bethesda aposta em um universo vasto e realista, com planetas exploráveis e uma ambientação de tirar o fôlego.

No jogo, você controla um personagem que se junta a um grupo de exploradores espaciais, viajando por diferentes partes da galáxia em busca de artefatos misteriosos.

O mundo aberto do jogo está situado em uma área dentro da Via Láctea, com sistemas planetários tanto reais quanto fictícios.

Pilote em alta velocidade: Gran Turismo 7

Gran Turismo 7 / Crédito: Polyphony Digital
  • Disponível em: PlayStation 4 e PlayStation 5.

Por ser um dos melhores simuladores de corrida da nova geração de games, “Gran Turismo 7″ não pode faltar nesta lista quando o assunto é imersão realista.

Os detalhes dos carros, a física de condução e os efeitos de luz proporcionam uma sensação autêntica de pilotagem. O game recebeu uma recepção positiva da crítica devido ao seu fator de simulação realista.

Um mundo de fantasia realista: Final Fantasy XVI

Final Fantasy XVI / Crédito: Squaresoft (divulgação)
  • Disponível em: PC e PlayStation 5.

Esse novo capítulo da famosa série de JRPG da Square Enix impressiona com gráficos cinematográficos e animações fluidas.

Os jogadores assumem o controle do protagonista Clive Rosfield, junto a um grupo rotativo de companheiros controlados por IA. Na trama, Clive se envolve em um conflito entre nações após testemunhar a destruição de seu reino, enquanto tenta desvendar o mistério por trás de uma seca mágica que ameaça consumir Valisthea.

O jogo apresenta ambientes abertos segmentados e um sistema de combate baseado em ação, com ataques mágicos e corpo a corpo.

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Os melhores k-dramas com Kim Soo-Hyun para assistir no streaming

Kim Soo-Hyun é um dos atores mais talentosos e populares da Coreia do Sul, e conquistou uma multidão de fãs após participar e estrelar inúmeros k-dramas. A seguir, confira uma lista com 8 dos melhores trabalhos do ator para você assistir online nos diferentes serviços de streaming.

8 opções de doramas com Kim Soo-Hyun para maratonar online

Dentre as produções que destacamos, encontram-se títulos sobre romance, drama no geral, drama histórico e até mesmo comédia. Confira nossa lista a seguir.

Rainha das Lágrimas (2024)

Neste emocionante drama romântico, Kim Soo-Hyun interpreta Baek Hyun-Woo, um homem de origem humilde que se casa com Hong Hae-In, a herdeira de um conglomerado. O casal enfrenta dificuldades no casamento, mas luta para superar os desafios e salvar seu relacionamento.

Rainha das Lágrimas (Imagem: Divulgação / Netflix)

A série conta com um elenco de peso, incluindo Kim Ji-Won, Park Sung-Hoon e Kwak Dong-Yeon.

Onde Assistir: Netflix.

Tudo Bem Não Ser Normal (2020)

Kim Soo-Hyun dá vida a Moon Kang-Tae, um cuidador em uma ala psiquiátrica que dedica sua vida ao irmão autista. Ele cruza o caminho de Go Moon-Young, uma escritora de livros infantis com transtorno de personalidade antissocial, e juntos embarcam em uma jornada de cura emocional.

K-drama Tudo Bem Não Ser Normal com Kim Soo-Hyun
Tudo Bem Não Ser Normal (Imagem: Divulgação / Netflix)

O drama, que conquistou muitos fãs, também conta com Seo Ye-Ji, Oh Jung-Se e Park Gyu-Young no elenco.

Onde Assistir: Netflix.

A Lua que Abraça o Sol (2012)

Neste drama histórico, Kim Soo-Hyun interpreta o Rei Lee Hwon, que vive um romance proibido com Yeon-Woo, uma jovem que desaparece misteriosamente e retorna anos depois sem memória de seu passado.

K-Drama A Lua que o Sol Abraça
A Lua Que Abraça o Sol (Imagem: Divulgação / Max)

A série traz um enredo envolvente e um elenco talentoso, incluindo Han Ga-In, Jung Il-Woo e Kim Min-Seo.

Onde Assistir: Netflix, Amazon Prime Video (Assinatura Premium), Viki, Max, Kocowa.

Meu Amor das Estrelas (2013)

Kim Soo-Hyun assume o papel de Do Min-Joon, um alienígena que vive na Terra há 400 anos e está prestes a voltar para seu planeta. No entanto, ele se apaixona por Cheon Song-Yi, uma atriz famosa e excêntrica, o que transforma sua despedida em um dilema romântico.

Meu Amor das Estrelas (2013)
Meu Amor das Estrelas (Imagem: Divulgação / Amazon Prime Video)

O elenco ainda conta com Jun Ji-Hyun, Park Hae-Jin e Yoo In-Na.

Onde Assistir: Amazon Prime Video (Assinatura Premium), Viki, Max, Kocowa.

Sonhe Alto (2011)

Interpretando Song Sam-Dong, um jovem talentoso que descobre sua paixão pela música, Kim Soo-Hyun brilha neste drama sobre estudantes que sonham em se tornar grandes estrelas.

K-Drama Dream High
Dream High (Imagem: Divulgação / Amazon Prime Video)

A série apresenta uma história cativante e um elenco recheado de astros, incluindo Suzy, Taecyeon, IU e Ham Eun-Jung.

Onde Assistir: Netflix, Viki, Kocowa.

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Os Produtores (2015)

Neste drama que explora os bastidores da indústria do entretenimento coreano, Kim Soo-Hyun interpreta Baek Seung-Chan, um novato no mundo dos programas de TV.

K-Drama The Producers (2015)
Os Produtores (Imagem: Divulgação / Netflix)

A trama mistura comédia e drama, mostrando as relações entre produtores e artistas, com um elenco estrelado por Cha Tae-Hyun, Gong Hyo-Jin e IU.

Onde Assistir: Netflix, Viki, Kocowa.

Hotel Del Luna (2019)

“Hotel Del Luna” é um drama sobrenatural que acompanha Jang Man-Wol (IU), a dona de um hotel que atende espíritos que ainda possuem assuntos inacabados na Terra. Goo Chan-Sung (Yeo Jin-Goo) é um gerente talentoso que acaba se envolvendo nesse universo místico.

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Hotel Del Luna (Imagem: Reprodução / Viki)

Kim Soo-Hyun faz uma aparição memorável no episódio final, interpretando o novo dono do misterioso hotel. A série combina fantasia, romance e mistério, sendo um grande sucesso entre os fãs de k-dramas.

Onde Assistir: Netflix, Viki.

Pousando no Amor (2019)

Neste romance emocionante, Yoon Se-Ri (Son Ye-Jin) é uma herdeira sul-coreana que, após um acidente de parapente, acaba caindo na Coreia do Norte. Lá, ela é encontrada pelo oficial Ri Jeong-Hyeok (Hyun Bin), que decide protegê-la.

Pousando no Amor
Pousando no Amor (Imagem: Reprodução / Netflix)

Entre perigos e desafios, um amor inesperado surge entre os dois. Kim Soo-Hyun faz uma participação especial nos episódios 10 e 16 como Bang Dong-Gu, um espião disfarçado, trazendo um toque de humor e nostalgia ao drama.

Onde Assistir: Netflix.

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