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Lua hoje: confira a fase da Lua nesta quinta-feira 06/03/2025 

Hoje, 6 de março de 2025, a Lua está na fase Crescente, está 33% visível e crescendo. Faltam 8 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2025 começaram já no dia 6 com a chegada da Lua Crescente e o fim da Lua Nova de fevereiro. A mudança ocorreu às 13h33.

Já no dia 14 é a vez da Lua Cheia, às 03h55. A Lua Minguante surge às 8h32 do dia 22 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2025 contaram ainda com a Lua Nova, no dia 29 às 08h00.

Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

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Calendário fases da lua março de 2025

  • Lua Crescente: dia 6 às 13h33
  • Lua Cheia: dia 14 às 03h55
  • Lua Minguante: dia 22 às 8h32
  • Lua Nova: dia 29 às 08h00

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Crescente.

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Jogos de hoje (06/03/25): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 06 de março de 2025. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Libertadores, da Sul-Americana e da Copa do Brasil.

Confira, a seguir, os jogos desta quinta-feira (5) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (06/03/25)

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Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo. Confira aqui como assistir aos jogos ao vivo!

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AI Mode: Google lança modo de busca 100% alimentado por IA; confira quem pode usar

O Google lançou nesta quarta-feira (05) um novo modo de pesquisa baseado em inteligência artificial. Batizado de AI Mode, o mecanismo utiliza uma variante do modelo de linguagem (LLM) Gemini para responder a qualquer pergunta do usuário com informações extraídas da internet.

A novidade é uma evolução do recurso “Visão Geral criada por IA”, lançado em maio de 2024 e disponível no Brasil desde agosto. Segundo o Google, o novo modo de busca amplia o gerador de resumos com maior capacidade de raciocínio e funções multimodais.

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Disney+ terá estreias de peso em março! Confira todos os lançamentos

O Disney+ divulgou nesta semana a lista completa com as estreias previstas para o mês de março. O grande destaque do mês é a série Demolidor: Renascido, que ganhará novos episódios todas as terças. Marcando a introdução oficial de Matt Murdock ao MCU, a série deve manter o tom visto originalmente na produção da Netflix.

Também chegará ao streaming a nova série original Uma Família Perfeita, que conta com Ellen Pompeo (Grey”s Anatomy) no protagonismo. Falando nisso, a série médica volta com a sua 20ª temporada em 16 de março no catálogo.

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Por que algumas pessoas têm a “língua presa”?

A fala é uma das principais formas de comunicação humana, e qualquer dificuldade nesse processo pode impactar a qualidade de vida de uma pessoa. Um problema comum, mas frequentemente subestimado, é a chamada “língua presa”.

Muitas pessoas já ouviram esse termo, mas poucos sabem realmente o que ele significa e como pode afetar o dia a dia. A condição pode variar de um leve incômodo até dificuldades mais sérias na articulação das palavras, além de influenciar a mastigação e a deglutição.

A língua presa pode ser diagnosticada ainda na infância e, dependendo do grau de limitação dos movimentos da língua, pode exigir acompanhamento fonoaudiológico ou até intervenção cirúrgica. Compreender por que essa condição ocorre e quais são as opções de tratamento é essencial para quem busca melhorar a fala e outras funções relacionadas à língua.

Por que algumas pessoas têm a “língua presa”?

A “língua presa” é um termo popular para uma condição chamada anquiloglossia. Trata-se de uma alteração congênita caracterizada por um frênulo lingual curto ou rígido, que limita os movimentos da língua.

O frênulo lingual é a membrana que conecta a parte inferior da língua ao assoalho da boca. Quando essa estrutura é muito curta ou espessa, a mobilidade da língua fica prejudicada, impactando funções como a fala, a mastigação e a deglutição.

Comparativo entre as condições (Imagem: BebêCare/Reprodução)

O que causa a língua presa?

A anquiloglossia ocorre devido a um desenvolvimento incompleto do frênulo lingual durante a gestação. Embora as causas exatas ainda não sejam totalmente compreendidas, acredita-se que fatores genéticos possam influenciar essa condição, uma vez que ela pode ocorrer em várias pessoas da mesma família.

Essa condição pode variar em gravidade. Algumas pessoas apresentam um leve encurtamento do frênulo e não sofrem impactos significativos na fala ou alimentação. No entanto, casos mais graves podem dificultar a articulação de sons, especialmente aqueles que exigem maior mobilidade da língua, como “r”, “l” e “d”.

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Quais os impactos da língua presa?

A anquiloglossia pode afetar diferentes aspectos da vida de uma pessoa, dependendo da gravidade da condição. Os principais impactos incluem:

  • Dificuldade na fala: algumas crianças e adultos com língua presa têm dificuldade para pronunciar certos fonemas, o que pode prejudicar a comunicação e até gerar insegurança.
  • Problemas na amamentação: em bebês, a limitação do movimento da língua pode dificultar a sucção do leite materno, tornando a amamentação menos eficiente e causando desconforto tanto para a mãe quanto para o bebê.
  • Complicações na mastigação e deglutição: como a língua auxilia na movimentação dos alimentos dentro da boca, a limitação dos seus movimentos pode tornar a mastigação e a deglutição mais difíceis.
  • Higiene bucal comprometida: a restrição dos movimentos da língua pode dificultar a remoção de resíduos de alimentos dos dentes e gengivas, aumentando o risco de cáries e doenças gengivais.
  • Impacto na qualidade de vida: dificuldades na fala podem causar frustração, baixa autoestima e até problemas sociais, especialmente em crianças que podem ser alvo de brincadeiras e bullying na escola.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da anquiloglossia pode ser feito logo nos primeiros meses de vida, por meio de uma avaliação clínica feita por pediatras, fonoaudiólogos ou dentistas. Em alguns casos, o problema só se torna evidente quando a criança começa a falar e demonstra dificuldades na pronúncia de determinadas palavras.

O profissional de saúde pode utilizar escalas de avaliação para medir a gravidade da anquiloglossia, considerando fatores como mobilidade da língua, presença de dificuldades na alimentação e impacto na fala.

(Imagem: Gameta/Divulgação)

Quais são os tratamentos para a língua presa?

O tratamento da anquiloglossia depende da gravidade do caso. Algumas pessoas conseguem desenvolver estratégias para contornar as limitações da língua sem necessidade de intervenção. No entanto, quando o problema interfere na fala ou na alimentação, algumas opções de tratamento podem ser consideradas:

1. Terapia fonoaudiológica

A fonoaudiologia é a primeira abordagem para muitos casos de língua presa. O profissional pode indicar exercícios para melhorar a mobilidade da língua e ajudar na articulação dos fonemas. Esse tratamento pode ser suficiente para casos mais leves ou moderados.

2. Frenotomia

A frenotomia é um procedimento simples e rápido, realizado geralmente em bebês, no qual o frênulo lingual é cortado para liberar a língua. A recuperação é rápida e o procedimento raramente apresenta complicações.

3. Frenectomia

Nos casos mais graves, especialmente em crianças mais velhas e adultos, pode ser necessária uma frenectomia. Esse procedimento cirúrgico envolve um corte mais profundo no frênulo e pode ser feito com bisturi ou laser. A recuperação exige um período de cicatrização e exercícios de reabilitação para restaurar a mobilidade da língua.

A cirurgia de língua presa dói?

A frenotomia, realizada em bebês, é um procedimento minimamente invasivo e quase indolor, sendo feito sem anestesia ou apenas com anestesia tópica. Já a frenectomia, realizada em crianças maiores e adultos, pode causar um leve desconforto nos primeiros dias, mas a dor geralmente é controlada com analgésicos simples e o processo de cicatrização é rápido.

É possível prevenir a língua presa?

Por ser uma condição congênita, a língua presa não pode ser evitada. No entanto, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para minimizar seus impactos e evitar problemas na fala e na alimentação.

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Dyson: conheça a marca que chega ao Brasil com aspiradores que custam até R$ 8 mil

Conhecida nos segmentos de limpeza e cuidados do cabelo, a fabricante Dyson desembarcou com representação oficial no Brasil em fevereiro de 2025. Com isso, ela passa a comercializar produtos no país de forma direta pela primeira vez.

A companhia é pouco conhecida por aqui justamente pela falta de presença no mercado, mas é possível que você já tenha ouvido falar nela por inventos como o secador de cabelo sem lâminas e o purificador de ar que indica quais são os poluentes que estão sendo eliminados. Como ela agora está presente no país e deve trazer para cá alguns dos seus principais produtos, essa é uma oportunidade para conhecer em detalhes como essa fabricante surgiu e quais os seus diferenciais em setores tão concorridos.

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Opera apresenta recurso de navegador que utiliza IA agêntica para executar tarefas

Nesta quinta-feira, (6), a Opera revelou seu mais novo lançamento: o Browser Operator, um agente de inteligência artificial (IA) integrado ao navegador capaz de realizar tarefas de navegação de forma autônoma. Essa inovação promete transformar a maneira como os usuários interagem com a internet, passando de simples portal de acesso para assistente digital ativo.

De acordo com Krystian Kolondra, EVP da Opera, “durante mais de 30 anos, os navegadores serviram apenas para acessar a web, mas nunca para realizar tarefas para você. Hoje, isso muda completamente.” O Browser Operator é o primeiro passo rumo à transformação do navegador em aplicativo agente, que age sob comando em linguagem natural para facilitar o dia a dia dos usuários.

Recurso usa linguagem natural para executar tarefas (Imagem: Divulgação/Opera)

Opera Browse Operator: do comando à ação

  • A tecnologia por trás do Browser Operator permite que os usuários expliquem, em termos simples, o que desejam que o navegador faça;
  • Por exemplo, é possível solicitar a compra de “um pacote com dez pares de meias brancas da Nike, tamanho 12”, e o agente cuida de todo o processo;
  • Essa funcionalidade é fruto da inteligência artificial agêntica, que automatiza tarefas sem a necessidade de comandos manuais, tornando a experiência online mais rápida e personalizada, sem abrir mão da privacidade;
  • Segundo a Opera, um dos grandes diferenciais do Browser Operator é a transparência e o controle que ele oferece;
  • Enquanto executa uma tarefa, o agente permite que o usuário acompanhe cada etapa do processo e intervenha a qualquer momento, podendo assumir ou cancelar a ação se desejar;
  • Tudo isso acontece diretamente no ambiente do navegador, sem a necessidade de servidores externos ou soluções em nuvem, o que reforça a segurança e a privacidade dos dados.
Exemplo de comando dado ao Opera Browse Operator
Usuário tem acesso a todas as etapas e pode intervir, caso queira (Imagem: Divulgação/Opera)

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Diferente de outras soluções que estão em fase de testes, a Opera implementa sua IA de forma nativa no lado do cliente. Isso significa que o Browser Operator opera diretamente no dispositivo do usuário, sem depender de capturas de tela ou gravações da sessão de navegação para processar as informações. Essa abordagem garante navegação mais ágil e protegida, mantendo os dados do usuário localmente, informa a empresa.

Disponibilidade

Atualmente, o Browser Operator está disponível em versão de pré-lançamento, com testes já em andamento. A Opera planeja incluir essa funcionalidade no seu programa de recursos de inteligência artificial nos próximos meses.

Caixa de pesquisa do Opera Browse Operator
Comando é escrito na caixa de pesquisa já utilizda para dar comandos à IA da Opera (Imagem: Divulgação/Opera)

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EUA: impactos das mudanças climáticas na saúde já são notados

Uma nova pesquisa revela que, na última década, os americanos se tornaram mais conscientes dos impactos das mudanças climáticas na saúde pública.

Realizada em dezembro e divulgada na última sexta-feira (28), a pesquisa mostra um aumento na confiança em determinados setores e profissionais como fontes de informação sobre os efeitos do aquecimento global na saúde.

Especificamente, foram citados: médicos, cientistas climáticos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e agências governamentais – como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e a Agência de Proteção Ambiental (EPA).

Apesar desse aumento de confiança, a administração de Donald Trump fez propostas que enfraqueceram essas entidades, incluindo cortes no orçamento da EPA, demissões no CDC e a retirada dos EUA do Acordo de Paris e da OMS.

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Efeitos do aquecimento global na saúde já vem sendo notados com clareza pelas pessoas – Imagem: Keyframe’s/ Shutterstock

Dados revelados pela pesquisa

  • A pesquisa, conduzida por Yale e a Universidade George Mason, revelou que 39% dos americanos acreditam que o aquecimento global está prejudicando a saúde, um aumento de 8% desde 2014, e 37% identificaram pelo menos um risco à saúde relacionado ao clima, como problemas respiratórios e calor extremo.
  • Além disso, muitos acreditam que os danos à saúde, como insolação, asma e doenças pulmonares, serão mais frequentes nos próximos 10 anos, especialmente em comunidades vulneráveis, como populações de baixa renda e minorias.
  • O estudo também destacou um aumento na confiança em cientistas e médicos para educar a população sobre os riscos climáticos à saúde, o que surpreendeu os pesquisadores, dado o declínio geral na confiança em profissionais de saúde após a pandemia de COVID-19.

A pesquisa também revelou que, apesar do aumento da compreensão sobre as ameaças à saúde, 15% dos americanos ainda acreditam que a energia eólica prejudica a saúde, e 12% acham o mesmo sobre a energia solar, embora tais alegações não sejam comprovadas.

No geral, os resultados sugerem um aumento na conscientização pública, o que pode fortalecer os esforços para combater as mudanças climáticas.

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Problemas respiratórios estão entre as doenças que as pessoas vem atribuindo aos efeitos do clima – Imagem: mi_viri/shutterstock

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Microplásticos no cérebro podem levar à demência, sugere estudo

O acúmulo de microplásticos no cérebro pode estar relacionado ao surgimento de demência. É o que sugere um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, publicado na revista científica Nature Medicine.

Os cientistas descobriram que os cérebros humanos contêm aproximadamente uma colher de microplásticos e nanoplásticos (MNPs), nível que pode ser de três a cinco vezes maior em pessoas diagnosticadas com demência. 

Além disso, tecidos cerebrais apresentaram concentrações até 30 vezes maiores de MNPs em comparação a outros órgãos, como o fígado ou o rim.

Por ano, são emitidos entre 10 e 40 milhões de toneladas de microplásticos para o ambiente — e esse número pode duplicar até 2040. São elementos que estão presentes nos alimentos que comemos, na água que bebemos e no ar que respiramos.

Vento e água ajudam a dispersar microplásticos pelo ambiente (Imagem: pcess609/iStock)

Partículas menores que 200 nanômetros, predominantemente compostas de polietileno, são as mais preocupantes, segundo os pesquisadores, porque “mostram notável deposição em paredes cerebrovasculares e células imunes”.

“Esse tamanho permite que elas potencialmente cruzem a barreira hematoencefálica, levantando questões sobre seu papel em condições neurológicas”, diz o artigo.

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O que fazer a respeito?

Os pesquisadores ponderam que eliminar completamente a exposição aos microplásticos  não é realista, mas há práticas cotidianas que podem reduzir a sua ingestão — e consequentemente os riscos para a saúde a longo prazo.

  • Trocar a água engarrafada por água filtrada da torneira pode reduzir a ingestão de microplásticos de 90.000 para 4.000 partículas por ano.
Água filtrada reduz chance de exposição a microplásticos (Imagem: Edgar BJ/iStock)

“A água engarrafada sozinha pode expor as pessoas a quase tantas partículas de microplástico anualmente quanto todas as fontes ingeridas e inaladas combinadas”, diz o Dr. Brandon Luu, residente em medicina interna da Universidade de Toronto. “A troca para água da torneira pode reduzir essa exposição em quase 90%, tornando-se uma das maneiras mais simples de reduzir a ingestão de microplásticos.” 

  • Mude a maneira como aquece e armazena os alimentos: priorize vidro ou aço inoxidável.

“Aquecer alimentos em recipientes de plástico — especialmente no micro-ondas — pode liberar quantidades substanciais de microplásticos e nanoplásticos”, explica Luu. “Evitar o armazenamento de alimentos em plástico e usar alternativas de vidro ou aço inoxidável é um passo pequeno, mas significativo, para limitar a exposição”.

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Nova técnica demonstra grande potencial para tratar câncer de próstata

Um estudo da University of Arizona Health Sciences descobriu que uma imunoterapia inicialmente ineficaz contra o câncer de próstata pode ter potencial terapêutico quando combinada com uma abordagem sinérgica.

Publicado na revista Cancer Immunology Research, o estudo liderado pelo Ph.D. Noel Warfel mostrou como sensibilizar tumores de próstata a inibidores de ponto de verificação imunológicos (entenda mais a seguir!).

A chave foi usar um inibidor de proteína para reprogramar os macrófagos, células imunes que normalmente ajudam a combater doenças, mas que são sequestradas pelo câncer para proteger as células tumorais.

Descobertas do estudo

  • A pesquisa, a primeira de seu tipo para câncer de próstata, demonstra que essa estratégia pode aumentar a eficácia da imunoterapia nesse tipo de câncer.
  • Os inibidores de ponto de verificação imunológicos funcionam bloqueando as proteínas produzidas pelas células cancerígenas que impedem as células T do sistema imunológico de destruir o tumor.
  • Embora esses inibidores tenham revolucionado o tratamento de outros tipos de câncer, o câncer de próstata se mostrou resistente a essa terapia, até agora.
Estudo revela que inibir a cinase PIM1 em macrófagos pode potencializar tratamentos com inibidores de ponto de verificação imunológicos – Crédito: Jo Panuwat D/Shutterstock

A equipe de pesquisa identificou que a cinase PIM1, uma proteína que favorece o crescimento e a proliferação celular, desempenha um papel importante na resistência à imunoterapia.

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Ao bloquear essa cinase em macrófagos associados aos tumores, os pesquisadores conseguiram reduzir o crescimento do tumor em modelos de laboratório e animais.

O bloqueio do PIM1, combinado com inibidores de ponto de verificação imunológicos, gerou um efeito sinérgico, aumentando a inflamação do tumor e a proliferação das células T, melhorando a destruição das células cancerígenas.

A pesquisa pode levar a futuros ensaios clínicos e oferece uma nova direção no tratamento do câncer de próstata, um dos cânceres mais comuns entre os homens.

Médico segurando uma fita azul em representação a consciência do câncer de próstata
Pesquisa deve abrir caminho para uma nova e eficaz abordagem para tratar o câncer de próstata – Imagem: funnyangel/Shutterstock

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