Com estreia programada para esta terça-feira de carnaval (4), Demolidor Renascido finalmente chegou para atender aos desejos de quem ficou órfão da série da Netflix estrelada pelo personagem. Trazendo de volta nomes importantes do elenco, como Charlie Cox e Vincent D’Onofrio, a história promete finalmente integrar o personagem e seus coadjuvantes ao Universo Cinematográfico Marvel.
Para tornar isso possível, a Disney optou por fazer um verdadeiro “salto no tempo” da narrativa. Em outras palavras, enquanto os eventos do passado vão continuar sendo considerados, alguns bons anos vão ter se passado em relação a eles — o que vai permitir que a nova narrativa trabalhe com uma premissa e situação diferentes.
Um blazar encontrado a 12,9 bilhões anos-luz de distância se tornou o mais distante já registrado – consequentemente, também o mais antigo. O objeto nos dá pistas sobre o universo primitivo, especialmente sobre os buracos negros supermassivos.
Dois estudos, publicados nas revistas Nature Astronomy e The Astrophysical Journal Letters, deram detalhes sobre a descoberta e revelaram que esses gigantes cósmicos podem ter sido mais comuns do que pensávamos.
Representação artística do blazar mais distante já encontrado (Imagem: US National Science Foundation/NSF National Radio Astronomy Observatory, B. Saxton)
Blazar pode mudar nossa compreensão sobre buraco negro supermassivo
O blazar foi batizado de J0410–0139 e está no centro de uma galáxia a 12,9 bilhões de anos-luz de distância. A identificação foi possível graças ao trabalho de vários equipamentos, como o Very Large Array, o telescópio ALMA e o Observatório de raios-X Chandra, da NASA.
A descoberta não é apenas um marco no estudo dos blazares, mas também pode mudar o que sabemos sobre a presença de buracos negros supermassivos no universo primitivo.
Vamos dar um passo atrás.
O que é um blazar e qual a relação com o buraco negro?
Um blazar é um tipo de núcleo galáctico ativo (AGN, na sigla em inglês) que hospeda um buraco negro supermassivo em seu centro;
Para ser considerado um blazar e não um quasar (que também hospeda esses monstros cósmicos em seu interior), os jatos de partículas disparados pelo objeto precisam estar apontadas por o observador. No nosso caso, a Terra.
O Olhar Digital explicou a diferença em detalhes aqui.
Representação artística de um jato de galáxia ativo (Crédito: M. Kornmesser / ESO)
Esse é o caso do J0410–0139. E como ele está apontado em nossa direção, é possível visualizar dentro do buraco negro supermassivo. Segundo o diretor do programa NSF do Observatório Nacional de Radioastronomia da NSF (NSF NRAO), Joe Pesce, isso ajudou os cientistas a descobrir que o astro não está agindo como deveria.
Essas observações são surpreendentes porque não parecemos entender a formação de buracos negros supermassivos tão bem quanto pensávamos. Mas elas também são empolgantes porque é um novo mistério que temos que resolver e, ao fazer isso, aprenderemos mais sobre o universo e como ele funciona.
Joe Pesce, diretor do programa NSF do Observatório Nacional de Radioastronomia da NSF
Emmaneul Momjian, também da NSF NRAO e participante do estudo, revelou como o alinhamento do blazar permitiu enxergar “diretamente o coração desta potência cósmica.”
Representação artística de um buraco negro supermassivo ativo lançando poderosos jatos (Crédito: ESO/L. Calçada)
O que isso significa para os buracos negros supermassivos
Encontrar um blazar é raro. Encontrar o blazar mais distante e mais antigo já registrado é raríssimo. Segundo comunicado da NSF, um avistamento deste tipo indica que buracos negros supermassivos podem crescer mais rápido do que se pensava ou que eles nascem ainda maiores do que se acreditava.
Outros participantes do estudo explicaram que as observações também indicam que os astros deste tipo eram mais comuns do que se pensava. “Onde há um, há mais cem”, disse Silvia Belladitta, autora de pós-doutorado do estudo. Já Eduardo Bañados, primeiro autor do artigo, defende que “encontrar um AGN com um jato apontando diretamente para nós implica que, naquela época, deve ter havido muitos AGNs naquele período da história cósmica”.
Ou seja, buracos negros supermassivos eram mais comuns no universo primitivo do que pensávamos.
Na hora de arrumar a bagagem para o aeroporto, você não precisa só se preocupar em não se esquecer de algum item importante ou fazer tudo caber nas malas. No caso de aparelhos eletrônicos e outras tecnologias, é preciso se atentar a uma série de recomendações e regras existentes para embarcar em um avião.
No caso desse tipo de item em território brasileiro, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) possui uma série de regras sobre o que pode ou não ser transportado pelo passageiro — seja na bagagem de mão até a despachada. As normas orientam o que as companhias aéreas que atuam no país devem fazer, mas as empresas também podem ter regras específicas mais rígidas sobre alguns itens.
O universo de séries com a assinatura do aclamado produtor Dick Wolf perdeu na última terça-feira (4) dois nomes importantes. A CBS confirmou que decidiu não renovar a produção de FBI Internacional e Most Wanted, spin-offs da produção de grande sucesso que vai continuar recebendo novos episódios.
Com isso, Internacional, que era comandada por Jeff Lee Soffer, deve acabar após um total de quatro temporadas, enquanto Most Wanted, estrelada por Dylan McDermott, chega ao final após sete arcos narrativos. A decisão faz parte de uma série de cortes que a emissora está fazendo para aumentar sua audiência e abrir espaço para novos programas em sua grade.
A Colossal Biosciences, empresa americana que busca trazer de volta animais extintos, anunciou um feito inovador nesta quarta-feira (5): a criação de camundongos geneticamente modificados com pelos semelhantes aos dos mamutes-lanosos.
Este avanço representa um passo significativo no ambicioso projeto da empresa de “ressuscitar” a espécie extinta há quatro mil anos.
Pesquisa inovadora dá passo importante na ‘ressurreição’ de mamutes
O mamute-lanoso, que habitou as frias regiões do Ártico, desempenhava um papel crucial no ecossistema, ajudando a manter o equilíbrio do solo e a controlar a liberação de dióxido de carbono.
A ideia por trás da “ressurreição” desses animais é restaurar esse equilíbrio ambiental, combatendo o aquecimento global.
(Imagem: Dotted Yeti/Shutterstock)
Para alcançar este resultado, os cientistas da Colossal compararam genomas de mamutes e seus parentes vivos, identificando as variantes genéticas responsáveis pelas características únicas dos mamutes. Em particular, eles se concentraram em genes relacionados ao comprimento, espessura, textura e cor do pelo, bem como ao metabolismo da gordura.
O resultado foi o nascimento de camundongos com pelos longos e ondulados, semelhantes aos dos mamutes, e com um metabolismo de gordura acelerado, características que teriam ajudado os mamutes a sobreviver à última era glacial.
Cientistas alteraram genes para dar a esses ratos características de mamute-lanoso. (Imagem: Divulgação/Colossal Biosciences)
Apesar do entusiasmo, alguns especialistas alertam que ainda é cedo para afirmar que este é um passo concreto para a “ressurreição” do mamute-lanoso. A pesquisa ainda não foi revisada por pares e há pontos em aberto, como a resistência ao frio da pelagem modificada e os efeitos das mutações na saúde dos camundongos a longo prazo.
A Colossal Biosciences, no entanto, está otimista e planeja continuar suas pesquisas, com o objetivo de introduzir os primeiros bezerros de mamute-lanoso em 2028. A empresa, que já arrecadou bilhões de dólares, acredita que a “ressurreição” de animais extintos pode ser uma ferramenta poderosa para combater as mudanças climáticas e restaurar o equilíbrio ambiental.
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O SD02, desenvolvido pela startup brasileira Synkar, é um robozinho autônomo que entrega encomendas em ambientes comerciais (lojas, shoppings) e condomínios. O carrinho usa visão computacional e inteligência artificial (IA) para andar e interagir com clientes.
A proposta do robô SD02 – desenvolvido num projeto iniciado em 2018 – é agilizar a vida de entregadores e triplicar a eficiência em armazéns, cortando custos logísticos em até 50%.
Robozinho criado no Brasil foi feito para complementar – não substituir – trabalho humano
O carrinho opera 24 horas (via modelo de assinatura) e tem compartimento térmico com capacidade de 35 quilos. Seu objetivo é complementar o trabalho de entregadores e estoquistas, não substituir, segundo os criadores.
Carrinho autônomo da Synkar funciona 24h e armazena até 35 quilos (Imagem: Divulgação)
Entre os exemplos do que o robô SD02 pode fazer, está: pegar pacotes em restaurantes e os levar até onde entregadores de aplicativo possam pegá-los (confira outros exemplos no site da Synkar).
A empresa estima que 3,2 milhões de passos foram economizados em 2024 graças ao robozinho.
Curiosidade: no iFood, o carrinho autônomo da Synkar ganhou apelido de “ADA”; na rede Transamérica Collection, de “Pequi”.
No iFood, robozinho autônomo de startup brasileira ganhou o apelido de ‘ADA’ (Imagem: Divulgação)
A mensalidade da assinatura cobre suporte, manutenção e treinamento. O preço varia conforme a operação do cliente. Até a publicação desta nota, cerca de 300 unidades do robozinho brasileiro tinham sido encomendadas na pré-venda.
De 2018 para cá, o projeto que resultou no SD02 angariou R$ 8 milhões entre investidores e instituições. Entre elas, estão: Sebrae, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e a agência federal Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
O último eclipse lunar total visível da Terra ocorreu no dia 8 de novembro de 2022, mas os observadores no Brasil infelizmente não puderam apreciar o fenômeno. Isso porque, naquele momento, a Lua já havia se posto no horizonte do céu brasileiro. O eclipse foi visível apenas em algumas regiões da América do Norte, Austrália, Ásia e Oceano Pacífico.
Para os brasileiros, o último evento lunar ocorreu em 17 de setembro de 2024, quando um eclipse lunar parcial coincidiu com uma superlua. Durante a superlua, a Lua está mais próxima da Terra e pode parecer até 30% mais brilhante do que o normal.
Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, obtiveram imagens sem precedentes de planetas extremamente jovens ao redor de uma estrela localizada a 370 anos-luz da Terra. A observação foi feita com o instrumento Magellan Adaptive Optics Xtreme (MagAO-X), um sistema avançado que corrige a turbulência da atmosfera terrestre.
Com apenas 5 milhões de anos, a estrela PDS 70 é um bebê cósmico se comparado ao Sol, que tem mais de 4,5 bilhões de anos. Em torno dela, foram detectados dois planetas em formação, que receberam os nomes de PDS 70 b e PDS 70 c. As imagens revelaram anéis compactos de poeira ao redor deles, que podem dar origem a luas.
A equipe também registrou mudanças inesperadas no brilho dos planetas, uma característica da juventude agitada do sistema. Essas variações sugerem um intenso processo de crescimento, com os planetas acumulando material ao seu redor. O estudo foi publicado no periódico científico The Astronomical Journal.
Como o MagAO-X consegue imagens tão nítidas de planetas distantes?
O MagAO-X funciona de maneira semelhante aos fones de ouvido com cancelamento de ruído, mas aplicado à óptica. Ele utiliza um espelho deformável que se ajusta duas mil vezes por segundo para corrigir as distorções causadas pela atmosfera terrestre. Isso permite que um telescópio no solo registre imagens tão nítidas quanto as de telescópios espaciais.
Esse instrumento foi acoplado ao Telescópio Magalhães, de 6,5 metros, que fica no Observatório Las Campanas, no Chile. Com essa tecnologia, os astrônomos puderam enxergar detalhes incríveis dos planetas em formação.
Diagrama dos discos de poeira no sistema PDS 70. Crédito: Emmeline Close e Laird Close
Sistema Solar pode ter sido parecido com isso no passado
Os astrônomos acreditam que, há bilhões de anos, o Sistema Solar pode ter se parecido com o sistema PDS 70. A estrela é cercada por um vasto disco de gás e poeira, que apresenta uma grande lacuna. Essa região livre de poeira pode indicar a presença de planetas massivos que, como “aspiradores cósmicos”, varrem e reorganizam o material ao redor.
Planetas tão jovens como esses são extremamente raros de serem encontrados. Entre os mais de cinco mil exoplanetas conhecidos, PDS 70 b e c estão entre os poucos cuja formação ainda pode ser observada diretamente. Para os cientistas, estudar esses objetos pode ajudar a entender melhor como planetas e luas se formam.
Apesar de já serem várias vezes mais massivos que Júpiter, os planetas PDS 70 b e c ainda estão acumulando material de sua “nuvem de nascimento”. Esse processo acontece por meio de quedas de gás hidrogênio em suas atmosferas, um fenômeno que faz com que eles brilhem em um comprimento de onda chamado H-alfa.
O MagAO-X conseguiu detectar esse brilho e distinguir as estruturas ao redor dos planetas. As imagens revelaram, pela primeira vez, anéis de poeira iluminados pela luz da estrela central. Esse material provavelmente formará luas no futuro.
Além disso, os astrônomos notaram mudanças rápidas no brilho dos planetas. Em apenas três anos, PDS 70 b perdeu 80% de seu brilho, enquanto PDS 70 c ficou duas vezes mais luminoso. A explicação mais provável é que a quantidade de gás sendo absorvida por cada planeta mudou drasticamente nesse curto intervalo de tempo.
“É como se um dos planetas tivesse entrado em dieta enquanto o outro estivesse se banqueteando com hidrogênio”, brincou o pesquisador Laird Close, em um comunicado. No entanto, os cientistas ainda não sabem ao certo o que está causando essas variações extremas.
A equipe pretende continuar investigando protoplanetas ao redor de outras estrelas jovens usando o MagAO-X. Mesmo no limite das capacidades atuais, novas melhorias tecnológicas devem tornar essas descobertas mais comuns nos próximos anos.
O astrônomo Jared Males, líder do projeto, destacou a importância de investir em telescópios terrestres cada vez maiores. “No solo, podemos construir telescópios muito maiores do que no espaço. Esse estudo mostra como instrumentos avançados podem permitir descobertas impressionantes a partir da Terra”.
A expectativa por GTA 6 é gigante e a Rockstar sabe bem disso — então, naturalmente, deve estar se preparando para o grande momento e aumentando ainda mais a sua força de trabalho ao redor do mundo. Recentemente, a empresa adquiriu a Video Games Deluxe, estúdio responsável por consertar GTA: The Trilogy e que agora passará a ser chamada de Rockstar Australia.
Caso não se lembre, o estúdio que desenvolveu GTA: The Trilogy foi a Grove Street Games. No entanto, como muitos se recordam, o game foi lançado com inúmeros problemas técnicos que acabaram estragando a experiência dos fãs. Com isso, a Rockstar passou o projeto para a então Video Games Deluxe, que lançou atualizações para melhorar a qualidade de vida da trilogia.