Enfrentando ações antitruste no Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), o Google vem pressionando integrantes do governo de Donald Trump para que interfiram em um dos processos e evitem que a empresa seja desmembrada, conforme pessoas envolvidas nas discussões. Detalhes sobre as negociações foram revelados pela Bloomberg na terça-feira (04).
De acordo com a reportagem, executivos da gigante das buscas se reuniram com representantes da administração Trump na semana passada, solicitando que o DOJ adote uma postura menos agressiva nesse caso. O processo é relacionado aos mercados de pesquisa e publicidade.
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O governo federal está elaborando um projeto de lei que visa taxar a operação das big techs que operam no Brasil. A iniciativa tem como objetivo principal destinar os recursos obtidos para subsidiar o acesso à internet de alta qualidade para a população de baixa renda. A informação foi divulgada pelo Estadão.
Entre as empresas que poderão ser afetadas pela medida estão gigantes como Meta (controladora do WhatsApp, Instagram e Facebook), Alphabet (que detém o Google e o YouTube), Microsoft, Amazon, Apple e Netflix. Essas companhias são responsáveis por uma parcela significativa do tráfego de dados nas redes de internet do país.
De acordo com o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, a proposta busca uma contribuição justa dessas empresas, considerando o tamanho do mercado brasileiro e o faturamento expressivo que elas obtêm no país. “Nada mais justo que elas contribuam de alguma forma”, afirmou o ministro durante entrevista coletiva no Mobile World Congress (MWC), realizado em Barcelona, na Espanha.
Projeto de lei seria enviado ao Congresso em 2024, mas não se concretizou. (Imagem: dennizn/Shutterstock)
Projeto de taxar big techs não é novo
A ideia de criar uma taxa sobre as big techs não é nova. Inicialmente, a previsão era transformar a proposta em um projeto de lei e enviá-lo ao Congresso no ano passado. No entanto, isso não se concretizou devido à falta de espaço na agenda legislativa. Agora, o tema foi retomado e ganhou prioridade na pauta do governo. Juscelino Filho informou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garantiu que a proposta será incluída entre as prioridades a serem discutidas com o Congresso nos próximos meses.
O ministro das Comunicações reconheceu que a discussão será complexa, especialmente após as dificuldades enfrentadas por projetos anteriores que visavam regulamentar as empresas de tecnologia e moderar o conteúdo nas redes sociais, os quais geraram embates políticos significativos. Entretanto, Juscelino destacou que tem mantido diálogo com congressistas e representantes das big techs para construir uma proposta mais robusta e equilibrada.
Governo quer ampliar acesso à internet para população de baixa renda com novo imposto a big techs.(Imagem: Antonio Salaverry/Shutterstock)
A expectativa do governo é que, com a aprovação da taxação, seja possível ampliar o acesso à internet de banda larga para famílias de baixa renda, promovendo inclusão digital e reduzindo desigualdades no acesso à informação e aos serviços online.
A Avion Express Brasil, subsidiária do grupo irlandês Avia Solutions, vai começar a operar no Brasil até o fim de março. A empresa recebeu a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para oferecer serviços para outras companhias aéreas, marcando o início de uma modalidade inédita no país.
Nesse formato, a empresa fornece aeronave, tripulação (pilotos e comissários), manutenção e seguros para um operador aéreo contratante, responsável pela comercialização das passagens e pelos custos operacionais adicionais, como combustível, taxas aeroportuárias e tarifas de navegação aérea.
“Esse modelo de negócio otimiza a capacidade das companhias aéreas, permitindo que ampliem suas operações temporariamente em períodos de alta demanda, como férias e eventos especiais, além de garantir a continuidade do serviço em casos de indisponibilidade de aeronaves. Para os passageiros, significa mais opções de voos e assentos”, diz o comunicado da Anac.
Grupo Avion oferece serviços para companhias aéreas em 68 países (Imagem: Anac/Divulgação)
No exterior, esse tipo de serviço é conhecido pela sigla ACMI — abreviação para aeronave, tripulação, manutenção e seguro, em inglês. A Avion Express é líder global no segmento, atuando em 68 países. Recentemente, a empresa estabeleceu parcerias no México e na Argentina como parte da expansão no mercado da América Latina.
No Brasil, as operações comerciais estão previstas para começar no primeiro trimestre de 2025, com dez aeronaves da família Airbus A320. Até 2028, a controladora da subsidiária brasileira espera ter 25 aeronaves em uso.
Representantes da Avion se reúnem com autoridades da Anac (Imagem: Anac/Divulgação)
“Com o setor de aviação experimentando mudanças cíclicas de demanda, nossas soluções [em ACMI] fornecerão às companhias aéreas brasileiras a flexibilidade de que precisam para otimizar suas operações. Estamos confiantes de que nossos serviços ajudarão a preencher as lacunas de capacidade, mantendo os mais altos padrões de eficiência e confiabilidade”, disse o executivo-chefe da Avion, Darius Kajokas, em nota.
A sede da companhia fica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, e é controlada pelo argentino Esteban Jauregui Lorda, que já atuou na colombiana Avianca; na brasileira Gol e na Aerolíneas Argentinas.
O Google pediu ao governo dos Estados Unidos para recuar na sua tentativa de desmembrar negócios da empresa, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto ouvida pela Reuters. O Departamento de Justiça (DOJ) tem dois processos antimonopólio contra o Google.
Ambos os processos são sobre tecnologia – um de pesquisa e o outro de publicidade. “Estamos preocupados que as propostas atuais prejudiquem a economia norte-americana e a segurança nacional”, disse um porta-voz do Google, segundo a agência de notícias.
“Nós nos reunimos rotineiramente com regulares, incluindo o DOJ, para discutir este caso”, acrescentou o porta-voz. O DOJ não respondeu aos pedidos de comentário da agência.
Governo dos EUA sugere venda do Chrome e do Android para quebrar monopólio do Google
O juiz Amit Mehta determinou, em 2024, que o Google manteve monopólio ilegal sobre buscas e publicidade. Depois, o DOJ sugeriu que a empresa vendesse seu navegador Chrome para restaurar a concorrência no mercado de buscas on-line.
Juiz determinou que Google manteve monopólio ilegal sobre buscas e publicidade (Imagem: Sergei Elagin/Shutterstock)
Além da venda do Chrome, o “pacote” sugerido pelo governo dos EUA abre caminho para uma possível separação do Android dos negócios do Google.
O DOJ propõe essas medidas para caso outras ações sejam insuficientes para restaurar a concorrência. E, também, para evitar que o Google contorne as novas regras.
Vale mencionar: essas sugestões do DOJ vieram enquanto Joe Biden era presidente dos EUA. Agora, espera-se que o atual presidente, Donald Trump, recue na tentativa de dividir o Google, segundo especialistas ouvidos pela Reuters.
O Google voltou a permitir a inclusão de prints e mídias de outros apps no “Compartilhamento com parceiro”. A função, removida em novembro para evitar o acúmulo de arquivos desnecessários no álbum compartilhado, foi restaurada nesta terça-feira (04) como um recurso opcional, atendendo a pedidos da comunidade.
Neste primeiro momento, o compartilhamento de mídias adicionais está disponível no Android. Quando ativado, permite que fotos e vídeos de apps alternativos, como redes sociais, editores e navegadores, sejam exibidos no álbum compartilhado com seu parceiro.
A realidade dos brasileiros que jogam no Switch e não recorrem à pirataria vem se tornando cada vez mais dramática. Recentemente, a Nintendo reajustou os preços dos jogos digitais na eShop do Brasil, supervalorizando ainda mais aventuras como Zelda: Tears of the Kingdom e Super Mario Party: Jamboree — que passaram a custar R$ 399 e R$ 349, respectivamente. O aumento também foi observado em outras regiões da América Latina, como México, Chile, Peru e Argentina.
Diferente de outras gigantes do ramo, a Nintendo mantém uma rígida política de preços e raramente traz promoções na eShop para seus títulos mais antigos. Isso faz com que jogos lançados há anos, como Mario Kart 8 Deluxe (2017) e Pokémon Sword & Shield (2019), tenham o mesmo valor de lançamentos recentes. Certamente, a falta de descontos tem sido um dos principais pontos de reclamação entre os jogadores.
Na segunda-feira (03), um ataque hacker acometeu o Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas nenhum sistema de Corte foi derrubado. A autoria do ataque ainda não foi confirmada, mas o hacker de codinome Azael comunicou que realizaria a ofensiva nos últimos dias.
Ao tentar abrir o site do STJ, a página informa um erro de acesso à plataforma, mas que já foi corrigido. Segundo a nota enviada pela assessoria de imprensa da instituição, todas as tentativas de invasão foram bloqueadas pelas ferramentas de proteção usadas pelo Superior Tribunal de Justiça.
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A Apple acaba de anunciar a mais recente atualização do Mac Studio, apresentando uma configuração que abrange duas gerações de seus avançados chips: o M4 Max e o M3 Ultra.
Essa abordagem visa oferecer opções de desempenho diferentes para uma ampla gama de profissionais, desde criadores de conteúdo até cientistas. “O novo Mac Studio é o Mac mais poderoso que já criamos”, declarou John Ternus, senior vice president of Hardware Engineering da Apple.
Mac para profissionais exigentes
O modelo base do Mac Studio, equipado com o chip M4 Max, promete um desempenho até 3,5 vezes mais rápido em comparação com a versão original com M1 Max. Com opções de CPU de 14 a 16 núcleos e GPU de 32 a 40 núcleos, este modelo é ideal para tarefas que exigem alta capacidade de processamento gráfico e computacional.
Além disso, a memória RAM inicial de 36 GB, expansível até 128 GB, e o armazenamento SSD de até 8 TB garantem a fluidez e a rapidez necessárias para fluxos de trabalho intensos.
Apple diz que o M4 Max Mac Studio é “até 3,5x mais rápido” do que a versão original do M1 Max. (Imagem: Apple)
Para os profissionais que buscam o máximo desempenho, o Mac Studio com chip M3 Ultra é a escolha ideal. A versão conta com até 32 núcleos de CPU, sendo 24 de alto desempenho, e uma GPU que pode chegar a 80 núcleos.
O Neural Engine de 32 núcleos, por sua vez, impulsiona o aprendizado de máquina e as aplicações de inteligência artificial, abrindo novas possibilidades para a criação e a inovação.
A capacidade de memória RAM do modelo M3 Ultra também impressiona, começando em 96 GB e podendo ser expandida até incríveis 512 GB. Essa configuração permite lidar com modelos de IA extremamente complexos diretamente no computador, eliminando a necessidade de soluções de nuvem.
O armazenamento interno, que pode chegar a 16 TB, oferece espaço de sobra para grandes bibliotecas de arquivos e projetos de alta resolução.
Tecnologias de ponta para gráficos e IA
As GPUs dos novos Mac Studios contam com tecnologias avançadas, como o Dynamic Caching e o hardware-accelerated mesh shading, que otimizam o desempenho gráfico e reduzem a latência.
O ray-tracing de segunda geração, por sua vez, eleva a qualidade visual de jogos e conteúdos 3D, proporcionando experiências mais imersivas e realistas.
Conectividade e design aprimorado
Mantendo o design compacto e elegante que o consagrou, o novo Mac Studio oferece uma ampla gama de portas, incluindo Thunderbolt 5, USB-C, USB-A, Ethernet e HDMI.
A conectividade Thunderbolt 5, presente em todas as portas do modelo M3 Ultra e nas portas traseiras do modelo M4 Max, garante transferências de dados ultrarrápidas e a conexão de múltiplos dispositivos de alta performance.
Os novos Mac Studio já estão disponíveis para encomenda no site da Apple, com preços a partir de R$ 25.999,00 para o modelo M4 Max e R$ 51.999,00 para o modelo M3 Ultra.
A entrega dos primeiros pedidos está prevista para 12 de março nos EUA. Ainda não há data estimada de entrega no Brasil.