A Samsung lançou no domingo (02) os novos celulares Galaxy A56, Galaxy A36 e Galaxy A26. Os modelos chegam para atender diferentes faixas de preço dentro do segmento intermediário e, embora ainda não tenham data oficial para chegar, já podem ser vendidos no Brasil.
Apesar de compartilharem um design semelhante, com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, as especificações técnicas variam consideravelmente, especialmente no conjunto de câmeras e no chipset. Todos contam com proteção Gorilla Glass Victus Plus.
A Microsoftrevelou nesta segunda-feira (03) um novo assistente de IA de voz para médicos, o Dragon Copilot. A tecnologia une ferramentas anteriores em um único lugar, e pode ajudar o setor de saúde a agilizar processos demorados, como redação de encaminhamentos e resumos de consultas.
A IA tem previsão de lançamento já para os próximos meses.
Empresa adquiriu empresa responsável pelos modelos em 2021 (Imagem: LCV/Shutterstock)
Dragon Copilot será focado em atividades médicas
A tecnologia foi batizada de Dragon Copilot e é uma união do Dragon Medical One, que conta com recursos de ditado por voz, e do DAX Copilot, capaz de escuta ativa em ambientes para ajudar a produzir relatórios de consultas.
Segundo a Microsoft, o assistente de IA pode ajudar médicos a obter informações de saúde mais rapidamente, e redigir notas, encaminhamentos e resumos de uma consulta de forma automática.
De acordo com a CNBC, um estudo de outubro do Google Cloud mostrou que médicos gastam cerca de 28 horas por semana apenas em tarefas administrativas, como documentação. O objetivo da IA é reduzir esse número.
Por meio dessa tecnologia, os médicos poderão se concentrar no paciente em vez do computador, e isso levará a melhores resultados e, em última análise, a melhores cuidados de saúde para todos.
Dr. David Rhew, diretor médico global da Microsoft, em um briefing com a imprensa
Como falamos, a big tech já contava com o Dragon Medical One e o DAX Copilot, ferramentas da empresa Nunance Communications voltadas para assistência médica. A Microsoft comprou a operação por cerca de US$ 16 bilhões em 2021.
O investimento mostra a tentativa das companhias de ajudar profissionais da saúde a diminuir a carga de trabalhando usando IA. O DAX Copilot, por exemplo, recebeu mais de 3 milhões de usuários de 600 organizações em fevereiro.
Investimentos em IA de saúde mostram guinada da tecnologia nesse setor (Imagem: LALAKA/Shutterstock)
Como usar o Dragon Copilot
O assistente de IA está disponível por meio de aplicativo móvel, navegador e desktop. Segundo a Microsoft, ele oferece integração com registros eletrônicos de saúde;
Com ele, será possível fazer perguntas em voz alta e receber respostas específicas, como “O paciente estava sentido dor de ouvido?”. Como a IA escutou tudo, pode responder. Também é possível fazer perguntas mais amplas, como possíveis sugestões de tratamento;
A Microsoft não revelou quanto custa para operar o Dragon Copilot, mas disse que os preços são “competitivos”;
O modelo estará disponível nos Estados Unidos e no Canadá a partir de maio. Nos meses seguintes, chegará à Holanda, França, Alemanha e Reino Unido.
O famoso Livro Guinness dos Recordes anunciou recentemente uma nova conquista que não pode ser conferida a olho nu. Trata-se da menor escultura feita à mão em todos os tempos. Terminada em 1º de agosto de 2024 e agora confirmada pela organização que documenta e certifica recordes mundiais, o impressionante trabalho é do microartista David A. Lindon, de Leeds no Reino Unido.
A menor escultura artesanal do mundo é um microtijolo vermelho de Lego, que mede somente 0,02517 mm por 0,02184 mm, o que é muito próximo do tamanho de um leucócito, o glóbulo branco do sangue. Para concluir a obra de arte, Lindon utilizou um microscópio óptico especialmente ajustado para auxiliar no processo de criação da peça.
A promessa da IA como ferramenta para solucionar desafios climáticos esbarra em um paradoxo: seus próprios impactos ambientais podem anular os benefícios. Além do alto consumo de energia e água, a construção de data centers exige quantidades massivas de aço, concreto e minerais raros, ampliando a pegada de carbono e a competição por recursos escassos.
O descarte acelerado de hardware gera toneladas de lixo eletrônico, muitas vezes processado de forma precária em países em desenvolvimento, causando danos ambientais e à saúde pública. Com a capacidade global de data centers prevista para dobrar nos próximos cinco anos, as preocupações com biodiversidade, uso da terra e desperdício de materiais ganham força.
Enquanto muitos dos leitores do Minha Série vão estar pulando o último dia de Carnaval, aqueles que preferirem ficar em casa vão poder conferir em primeira mão os eventos de Demolidor Renascido. Com estreia programada para o dia 4 de março no Disney+, a série vai trazer de volta Charlie Cox no papel de Matt Murdock, um advogado que defende criminosos durante o dia, mas luta contra eles no período noturno.
A produção vai ser a responsável por oficializar a presença do personagem no Universo Cinematográfico Marvel, após pequenas aparições em filmes do Homem-Aranha e na série da Mulher Hulk. No entanto, ela não vai “apagar o que veio no passado” e também vai considerar o que aconteceu na série da Netflix, encerrada em 2018.
A Apple foi acusada de falsa publicidade ao afirmar que determinados modelos do Apple Watch são carbono neutro. A empresa enfrenta uma ação coletiva movida na quarta-feira (26) nos Estados Unidos, representando consumidores que adquiriram um dos relógios inteligentes da marca.
Em 2023, a Apple anunciou que algumas combinações de cases e pulseiras dos modelos Apple Watch Series 9, Apple Watch SE e Apple Watch Ultra seriam seus primeiros produtos carbono neutro. Isso significa que, além de reduzir as emissões de gases, a empresa compensaria a poluição gerada com a compra de créditos de carbono.
A NASA está prestes a lançar duas missões espaciais no mesmo foguete. O telescópio SPHEREx e o conjunto de satélites solares PUNCH vão decolar a bordo de um Falcon 9, da SpaceX, nesta quarta-feira (5), a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia, à 00h09 (pelo horário de Brasília).
O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da NASA no YouTube, começando às 23h15 de terça-feira (4).
A estratégia de compartilhamento de viagem faz parte do Programa de Serviços de Lançamentos da agência, que busca otimizar custos ao combinar diferentes missões científicas em um único foguete. Isso permite dividir os gastos entre a verba do governo dos EUA e o dinheiro de empresas privadas, ampliando as oportunidades para a exploração espacial.
Missão SPHEREx vai criar um grande mapa do Universo
O SPHEREx (Espectrofotômetro para a História do Universo, Época da Reionização e Explorador de Gelos) é um telescópio espacial que examinará o Universo em infravermelho. Ele funcionará como uma versão panorâmica do Telescópio Espacial James Webb (JWST), captando a luz e analisando a composição de bilhões de galáxias.
Representação artística da missão SPHEREx, da NASA. Crédito: NASA
Enquanto o JWST se concentra em detalhes minuciosos de objetos distantes, o SPHEREx fará um mapeamento amplo, revelando o contexto em que esses objetos estão inseridos. Com isso, ajudará a entender a formação das primeiras galáxias e a origem da água no Sistema Solar.
NASA quer desvendar os segredos do vento solar com a missão PUNCH
O PUNCH (Polarímetro para Unificar a Coroa e a Heliosfera) é uma missão composta por quatro satélites que estudarão a coroa solar – a atmosfera externa do Sol. O objetivo é entender como essa camada se transforma no vento solar, uma corrente de partículas que atravessa o espaço e influencia o ambiente ao redor da Terra.
O vento solar interage com a heliosfera, a bolha protetora em torno do Sistema Solar. Compreender essa dinâmica é essencial para prever tempestades solares e minimizar seus impactos em redes elétricas, comunicações via satélite e até na segurança de astronautas em missões espaciais.
Os quatro satélites da missão PUNCH, da NASA, em imagem conceitual. Crédito: NASA
Impactos e expectativas das missões
O SPHEREx investigará questões fundamentais, como os eventos que ocorreram logo após o Big Bang e a presença de moléculas essenciais para a vida no cosmos. Já o PUNCH utilizará técnicas inovadoras, como a análise da polarização da luz, para detalhar fenômenos solares e criar um “eclipse artificial” que facilitará a observação da coroa solar.
Ambas as missões representam avanços significativos na compreensão do espaço. Enquanto o SPHEREx trará um novo panorama da história do Universo, o PUNCH ajudará a proteger a Terra dos efeitos do clima espacial.
Dados da Bain & Co. mostram que houve um aumento no custo dos produtos de luxo no mercado global desde 2021. De lá para 2024, cerca de 50 milhões de consumidores foram afastados dessa categoria de compras no mundo inteiro. Quem forneceu as informações foi Aaron Cheris, sócio e responsável pelo comércio eletrônico e mercados […]