Starlink pode ‘roubar’ contrato com governo dos EUA para controle de tráfego aéreo

A Starlink, empresa de internet via satélite chefiada por Elon Musk, pode ganhar um novo e polêmico contrato com o governo dos Estados Unidos. Jornais norte-americanos indicam que a companhia pode em breve conquistar um acordo de US$ 2,4 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões) com o órgão de administração da aviação no país.

De acordo com o The Washington Post, a Administração Federal de Aviação (Federal Aviation Administration, ou FAA na sigla original) estaria próxima de cancelar um contrato feito com a operadora Verizon e transferir a responsabilidade dele para a Starlink. O acordo envolve uma mudança radical no sistema de comunicação e controle de tráfego aéreo no país.

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iFood oferece 3 meses de Spotify Premium de graça para assinantes do clube de benefícios

Assinantes do Clube iFood poderão ter acesso a três meses de Spotify Premium de graça, ouvindo músicas sem anúncio e na ordem que quiserem. O benefício faz parte de uma ação inédita entre as duas marcas anunciada na quinta-feira (27) e válida em todo o Brasil.

Durante o período de gratuidade da modalidade paga do serviço de streaming, o usuário também terá a oportunidade de ouvir áudio em alta qualidade, baixar faixas para reproduzir quando estiver sem internet e criar fila na ordem desejada. Escutar música com os amigos em tempo real é outro diferencial desta opção.

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Após fazer história, missão lunar envia selfies de tirar o fôlego

O módulo de pouso Blue Ghost, da Firefly Aerospace, chegou na Lua há pouco tempo, mas já está trabalhando! A sonda enviou imagens com vistas espetaculares a partir da superfície lunar.

Veja!

Essa é a vista da Blue Ghost depois do pouso! Crédito: Firefly Aerospace
O módulo de pouso Blue Ghost capturou seu primeiro nascer do Sol na Lua, marcando o início do dia lunar e o início das operações de superfície em seu novo lar. Crédito: Firefly Aerospace
imagem divulgada pela Firefly Aerospace mostra o módulo lunar Blue Ghost na superfície da Lua com a Terra ao fundo. Crédito: Firefly Aerospace

Uma missão histórica

A empresa espacial Firefly Aerospace confirmou na manhã deste domingo (02) que o módulo lunar Blue Ghost (Fantasma Azul, na tradução) pousou na superfície do nosso satélite natural às 5h34 (horário de Brasília).

“A Firefly está literal e figurativamente sobre a Lua”, disse Jason Kim, CEO da Firefly Aerospace. “Nosso módulo lunar Blue Ghost agora tem um lar permanente na superfície lunar com 10 cargas úteis da NASA e uma placa com o nome de cada funcionário da Firefly. Esta equipe ousada e imparável provou que estamos bem equipados para fornecer acesso confiável e acessível à Lua, e não vamos parar por aí. Com missões lunares anuais, a Firefly está abrindo caminho para uma presença lunar duradoura que ajudará a desbloquear o acesso ao resto do sistema solar para nossa nação, nossos parceiros e o mundo”.

O Blue Ghost fará operações na superfície lunar e dará suporte a demonstrações científicas e tecnológicas da NASA nos próximos 14 dias – o equivalente a um dia lunar completo.

Vamos conferir o que está previsto:

  • Perfuração subterrânea;
  • Coleta de amostras e imagens de raios X;
  • Testes do sistema global de navegação por satélite e da computação tolerante à radiação;
  • Em 14 de março, a Firefly espera capturar imagens de alta definição de um eclipse total – quando a Terra bloqueará o Sol acima do horizonte da Lua;
  • Em 16 de março, a Blue Ghost vai registrar o pôr do sol, fornecendo dados sobre como a poeira lunar levita devido às influências solares e cria um brilho no horizonte documentado pela primeira vez por Eugene Cernan, na Apollo 17.
  • A poeira lunar pode ser um desafio para futuras bases em nosso satélite natural. Por isso, observações e testes são importantes.

“A ciência e a tecnologia que enviamos para a Lua agora ajudam a preparar o caminho para a futura exploração da NASA e a presença humana de longo prazo para inspirar o mundo para as gerações vindouras”, disse Nicky Fox, administradora associada da Diretoria de Missão Científica da Nasa.

A viagem e o pouso da Blue Ghost

Desde o lançamento do Kennedy Space Center da NASA, na Flórida, em 15 de janeiro, a Blue Ghost viajou mais de 4,5 milhões de quilômetros. 

O módulo lunar pousou em uma formação vulcânica chamada Mons Latreille, dentro do Mare Crisium, uma bacia de mais de 480 quilômetros de largura localizada no quadrante nordeste do lado próximo da Lua.

Missões privadas à Lua

A Intuitive Machines foi a primeira empresa privada a chegar em nosso satélite natural, em fevereiro do ano passado. Contudo, o módulo Odysseus pousou de forma indevida e tombou no solo lunar. Isso atrapalhou a comunicação com a Terra e dificultou o uso de certas ferramentas que a Nasa queria testar. 

A Intuitive Machines, aliás, recolocou os Estados Unidos na Lua depois de 50 anos – a última vez tinha sido ainda com o programa Apollo, em 1972.

De qualquer forma, mesmo com o tombo de Odysseus, a missão foi considerada um sucesso. Agora, a Firefly Aerospace repetiu o feito – porém, sem qualquer imprevisto aparente. Por isso, o comunicado para imprensa diz que é a “primeira empresa comercial a pousar com sucesso na Lua”.

Nasa investe na iniciativa privada

A NASA está trabalhando com várias empresas americanas para levar ciência e tecnologia à superfície lunar por meio da iniciativa Commercial Lunar Payload Services (CLPS) – na tradução, “Serviços Comerciais de Carga Lunar”.

Essas companhias fazem lances para entregar cargas úteis para a NASA. Isso inclui tudo, desde integração e operações de carga útil até lançamentos da Terra e pousos na superfície da Lua.

Os contratos devem somar US$ 2,6 bilhões até 2028.

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Preview: Clair Obscur Expedition 33 impressiona tanto quanto seus trailers

Quando anunciado há quase 1 ano, Clair Obscur Expedition 33 causou alvoroço em parte da comunidade gamer. Afinal, o título de estreia da Sandfall Interactive, um pequeno estúdio francês composto por ex devs da ubisoft, mostrou um potencial gigantesco em seu primeiro trailer. 

Logo de cara, o game mostrou uma história instigante, visuais e direção de arte de tirar o fôlego, um elenco recheado de grandes nomes do cinema e da indústria de jogos e um combate por turnos dinâmico. Com essa combinação, o título rapidamente entrou no radar de muitos jogadores prontos para enfrentar a pintora e impedi-la de pintar a morte mais uma vez. 

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Quando O Brutalista chega ao streaming? Veja previsão de lançamento online

O Oscar 2025 aconteceu neste domingo, 2 de março, e o longa-metragem O Brutalista foi um de seus grandes destaques. Dirigido por Brady Corbet, o longa estreou nos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro de 2025 e ainda pode ser encontrado em cartas no país.

O filme acumulou nada menos que dez indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, e levou estatuetas de peso para casa, incluindo Melhor Ator para Adrien Brody. Com uma duração de 3 horas e 35 minutos, O Brutalista oferece uma experiência cinematográfica intensa e profunda, e muitos espectadores da premiação já querem saber quando assistir essa obra em casa.

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Quais celulares devem atualizar para o Android 15?

Samsung: qual o melhor celular de cada família em 2024?

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Devemos ter o direito de nos casar com uma IA? Brasileiros divergem

Em uma palestra para o evento Spotlight, que celebrou os 20 anos do Olhar Digital, a pesquisadora Carla Mayumi Albertuni compartilhou com o público as suas descobertas sobre como os brasileiros têm reagido à influência dos softwares de Inteligência Artificial. Dentre muitos temas, a pesquisa explora até o interesse das pessoas em se casar com uma IA e questiona se deveríamos ou não ter esse direito. Vamos nos aprofundar nesse assunto curioso (e um tanto peculiar) nos próximos parágrafos.

Mayumi justifica a importância da pesquisa não somente devido ao crescimento e difusão acelerados das IAs, mas também pela humanização cada vez maior de avatares e assistentes virtuais — os quais resguardam, como um dos principais papéis, o de nos fazer pensar que falamos com um humano e não com uma máquina.

Essas e outras discussões podem ser acessadas na pesquisa realizada pela Talk Inc., que você confere na íntegra clicando aqui.

Para quem tem pressa:

  • A pesquisadora Carla Mayumi Albertuni, sócia da Talks Inc., realizou uma pesquisa na sociedade brasileira que visa entender o quão profunda é a influência das IA nos cidadãos;
  • Após entrevistar mais de mil brasileiros, a pesquisa coletou dados que informam que 1 em cada 10 pessoas usa a IA como um fiel conselheiro;
  • E também levantou debates importantes, como o questionamento se devemos ou não ter o direito de casarmos com uma IA: uma pergunta baseada no aumento de laços emocionais que os humanos desenvolvem com inteligências artificiais.

Como exemplo para contextualizar o tema, a pesquisadora traz como background o filme HER (2013), que narra a história de um escritor solitário que se apaixona pela voz de um sistema operacional em seu computador. Embora parecesse um tema muito futurístico para a época em que foi lançado, hoje parece estar muito mais próximo da realidade.

E cada vez mais a gente vai ter a sensação de que a gente está falando com um humano, com uma pessoa. Porque os avatares vão ficar cada vez mais reais. As vozes vão ficar cada vez mais parecidas. O jeito de falar, a linguagem, a nossa língua vai ser falada por esses seres artificiais.

— Carla Mayumi Albertuni, pesquisadora e curadora de conteúdo

Um depoimento que demonstra essa realidade foi o de um brasileiro chamado Cristian: ele contou a Mayumi, em um programa sediado pela Globo, que utilizou o ChatGPT como principal consultor de informações após descobrir que seu filho nasceria com Autismo.

Para além de buscar informações sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista), ele também aproveitou a conversa imersiva com o chatbot para desabafar e descreveu a IA como sua “grande conselheira e amiga”.

Carla Mayumi Albertuni em palestra para o evento Spotlight que comemorou os 20 anos do Olhar Digital (Reprodução: João Neto)

Segundo o relato compartilhado na palestra realizada no Spotlight, “ele conversava com a IA, chorava, ele ajudava a mulher e aconselhava a mulher a partir do que ele estava aprendendo [com o ChatGPT]“.

Cristian não está sozinho: a pesquisadora revela em sua pesquisa que 1 em cada 10 brasileiros utiliza os softwares de inteligência artificial como fiel conselheiro. Há pouco tempo, inclusive, publicamos um conteúdo similar, informando como jovens chineses têm usado o DeepSeek para fazer terapia.

Deveríamos ter o direito de casar com uma IA? Público entrevistado responde

Na palestra “IA do jeito brasileiro: transformando o presente“, a pesquisadora Carla Mayumi Albertuni perguntou à audiência do Spolitght: deveríamos ter o direito de nos casar com uma IA?

Votação de cidadãos brasileiros para a seguinte pergunta: deveríamos ter o direito de casar com uma IA?
Votação de cidadãos brasileiros para a seguinte pergunta: deveríamos ter o direito de casar com uma IA? (Divulgação: Talk Inc.)

A pesquisa que engloba esta pergunta foi realizada com mais de mil brasileiros pela empresa Talk Inc., a qual Mayumi é sócia, e analisou de forma quantitativa e qualitativa o jeito como os cidadãos lidam com os diferentes softwares de IA. Em resposta, mais de 50% dos entrevistados respondeu que não devemos ter o direito de casar com uma IA.

Apesar disso, em torno de 31% não demonstrou uma oposição clara quanto ao surgimento de regulamentações que garantissem esse direito de casamento com um software. Ou seja, estariam abertos a analisar e discutir a possibilidade de um brasileiro se casar com uma IA.

Em sua pesquisa, Mayumi destaca como a inteligência artificial já está incrivelmente presente na sociedade brasileira.

Relato de um homem que informa tratar a inteligência artificial como se “estivesse falando com uma pessoa”
Relato de um homem que informa tratar a inteligência artificial como se “estivesse falando com uma pessoa” (Divulgação: Talk Inc.)

O objetivo das conversas tange desde assuntos cotidianos, como discutir sobre o dia a dia, até a troca de confidências e o compartilhamento de conselhos para lidar com problemas no trabalho e vida pessoal.

Apesar da familiaridade crescente dos brasileiros com a IA, e o aumento de laços emocionais desenvolvidos entre humanos e chatbots, surge uma dúvida: até que ponto essa afeição (ou relacionamento) é autêntica?

Esse questionamento fica ainda mais profundo quando refletimos que a IA vai se adaptar à forma como nos comunicamos; isto é, além de se relacionar com uma máquina — que não está viva e, portanto, não é real —, como esperar autenticidade dela se os algoritmos a moldaram da forma como o usuário queria? Ou como ter um relacionamento com um ser que não tem opinião própria?

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Até onde devem ir os ‘laços’ com uma IA?

Mayumi ainda destaca a necessidade de questionar-se sobre até onde devem ir os ‘laços’ que foram desenvolvidos com uma IA. Isso abrange desde a necessidade do ser humano em se conectar aos chatbots até uma possível crise de identidade quando os usuários tentam fazer da IA uma segunda versão de si, mas melhorada.

Atribuições que vários usuários dão às suas IAs favoritas
Atribuições que vários usuários dão às suas IAs favoritas (Divulgação: Talk Inc.)

Esse questionamento também reflete se as informações cedidas pela inteligência artificial são mesmo precisas e baseadas na verdade.

Uma adolescente de 18 anos, moradora de Recife e uma das entrevistadas para a pesquisa, contou que pediu ao ChatGPT uma dieta para implementar uma rotina de déficit calórico.

O resultado foi um desmaio inesperado e um acompanhamento médico devido a um quadro de desnutrição, pois, dentre inúmeros problemas, a dieta fornecida pelo chatbot não fornecia a quantidade correta de gorduras e nutrientes que a adolescente precisava para atingir seu objetivo com saúde.

Essa quebra de expectativa aumenta o debate de que as IAs podem ser melhor utilizadas quando o usuário tem algum letramento sobre o assunto discutido com o chatbot; do contrário, há um risco considerável de cair em desinformação, o que pode ocasionar quadros preocupantes de saúde, por exemplo.

Então, surgem novas dúvidas: se numa conversa simples com a IA já é possível notar erros nas informações compartilhadas, o quão confiável seria para você desenvolver qualquer tipo de laço com ela?

Seja como for, Mayumi destaca que as pessoas aprendem a utilizar os softwares de inteligência artificial por conta própria. Ou seja, não são coordenados por profissionais treinados ou escolas especializadas.

Estatísticas que mostram os benefícios trazidos pela IA, segundo os entrevistados da pesquisa
Estatísticas que mostram os benefícios trazidos pela IA, segundo os entrevistados da pesquisa (Divulgação: Talk Inc.)

Nisso, a criatividade desses usuários torna-se o verdadeiro guia na hora de pensar em como utilizar a IA, seja para roteiro de viagens, resumo de filmes, transcrição de vídeos e até para desabafar sobre problemas pessoais — o que, posteriormente, abre espaço para o desenvolvimento de um laço pessoal com o chatbot.

À medida que concluímos esta jornada pelo mundo da IA, fica claro que estamos à beira de uma transformação profunda e irrevogável. A tecnologia, que antes parecia algo distante e controlável, agora é uma extensão de nossa existência, influenciando desde o cotidiano até as mais profundas questões sobre o que significa ser humano.

— Conclusão extraída da pesquisa realizada por Carla Mayumi Albertuni e Talk Inc

Quem é Carla Mayumi Albertuni?

Carla Mayumi Albertuni é pesquisadora, curadora de conteúdo e escritora com paixão por entender e explorar a intersecção entre ciências sociais e tecnologia. Você pode encontrá-la no Instagram e LinkedIn.

Sobre o Spotlight

Como a inteligência artificial vai mudar o futuro do mercado? O evento Spotlight, que celebrou os 20 anos do Olhar Digital, trouxe 30 especialistas renomados do setor para responder essa pergunta em diferentes frentes. As palestras e painéis abordaram desde as melhores práticas na geração de conteúdo até técnicas para monetizar seu trabalho.

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É hoje! Starship voará pela oitava vez; Olhar Digital transmite

O maior foguete do mundo vai decolar novamente! A SpaceX vai lançar a Starship nesta segunda-feira (03), a partir da Starbase, em Boca Chica, no sul do Texas, nos Estados Unidos. A janela de lançamento abre às 20h30 (horário de Brasília). Lembrando que o cronograma da SpaceX é dinâmico, então tudo pode mudar.

E o Olhar Digital transmite tudo ao vivo! Acompanhe nossa transmissão com o astrônomo Marcelo Zurita, colunista do Olhar Digital, e com a jornalista Flávia Correia. Entramos no ar 20h15 – se os planos da SpaceX não mudarem, claro. Te manteremos informados por aqui!

A história da Starship

Abril de 2023

A Starship explodiu ainda acoplada ao Super Heavy. Falha nos motores ativaram um sistema de destruição da espaçonave.

Novembro de 2023

Starship se separou do Super Heavy e o propulsor explodiu. Na ocasião, a SpaceX identificou a necessidade de realizar 17 correções no megafoguete. A nave, que perdeu sinal após 8 minutos e 30 segundos, explodiu ao entrar em órbita.

Março de 2024

Em um grande avanço, o terceiro teste durou 50 minutos. A Starship foi destruída, mas nunca tinha ido tão longe. Apesar do sucesso da decolagem, a equipe perdeu o contato com a nave pouco antes do horário previsto para o pouso.

Junho de 2024

Pela primeira vez, a Starship pousou no Oceano Índico e, o Super Heavy, no Golfo do México, como planejado.

Outubro de 2024

Pela primeira vez, vimos um foguete dar ré! O quinto teste de voo da Starship tinha como meta dar mais um passo em direção à reutilização completa e rápida do veículo. Para isso, a SpaceX planejou o primeiro retorno ao local de lançamento e captura do propulsor Super Heavy, além de outra reentrada controlada da Starship — um mergulho no alvo definido, que fica no Oceano Índico. Sucesso!

Novembro de 2024

Mais um voo de sucesso! Contudo, o propulsor foi redirecionado para um mergulho controlado no Golfo do México. Por outro lado, ao ser capaz de acionar um de seus seis motores no espaço, a nave deu um passo crucial para missões futuras.

Janeiro de 2025

O sétimo voo da Starship não foi do jeito que pensávamos e resultou em uma explosão – mas a SpaceX garante já ter desvendado o problema do lançamento.

Propulsor Super Heavy retornando para a base de lançamento em pouso histórico que finalizou o quinto voo de teste da Starship. Crédito: SpaceX.

Starship: o foguete mais poderoso da história

Com 120 metros de altura, a Starship é o maior e mais poderoso foguete já construído. A espaçonave consiste em duas partes, ambas projetadas para serem total e rapidamente reutilizáveis: um enorme booster de primeiro estágio denominado Super Heavy e um estágio superior de 50 m de altura chamado Starship, que dá nome ao complexo veicular.

O futuro da Starship

  • A ideia é usar o foguete futuramente para levar astronautas e cargas até Marte.
  • Antes, já no programa Artemis, a Starship levará astronautas da Nasa para a Lua.
  • A Starship poderá viajar com até 100 pessoas a bordo.
  • O megafoguete está em testes desde 2019 e é projetado para ser reutilizável.

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